Com as constantes mudanças e evolução tecnológica e cientifica,o mundo esta mudando muito rapidamente ,com a revolução industrial houve uma mudança radical, hoje precisamos ser resiliente e versátil .
Dentre os temas que são importantes com essa evolução destaca-se educação,diversidade cultural,sustentabilidade,ética ,cidadania e espiritualidade.
Hoje podemos afirmar que somos cidadãos do mundo,devido a globalização tanto nas empresas e sistemas financeiros e políticos.
Projeto de vida
Porque é importante o projeto de vida?Para fazer uma analise de sua personalidade e objetivos de vida,projetos,missão,estabelecer metas para o futuro definir data para realização dos projetos.
É um plano ,uma intenção que se tem para se preparar p o futuro.
O projeto de vida deve ser elaborado passo a passo e colocado no papel.Depende de decidir o que é melhor p si e como chegar la.
Marketing Pessoal
Fazer contatos com profissionais da usa área de atuação,construir uma marca pessoal,isso exige algumas competências ser flexível,criativo,envolvido e comprometido com o que se faz,aparência,confiável.
As pessoas não nascem com uma marca pessoal elas constroem sua marca sendo únicas ,desprendidas e sinceras com seus colegas
adicione seus comentarios sobre diversos assuntos,marketing,ecologia,assuntos variados
radio gosoel
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
trade marketing
O processo de conquistar, fidelizar e promover o aumento da eficiência dos canais de vendas
Roberto Lira Miranda
Mais do que em qualquer momento, ao longo dos últimos anos, a expressão trade marketing força sua entrada no jargão das empresas.
Se você perguntar para as empresas e profissionais do que se trata, vai ouvir, na maior parte das vezes, que é o marketing – leia-se, a promoção (dos produtos de consumo de diferentes fabricantes) nos pontos-de-venda; vale dizer, nas lojas.
Essa é, certamente, uma responsabilidade-chave da área de trade marketing, sem a qual o giro de qualquer produto no ponto-de-venda pode ficar, sempre, abaixo das expectativas do revendedor e, é claro, do produtor.
No entanto, os esforços do trade marketing, visto como o processo de conquistar, fidelizar e promover o aumento da eficiência dos canais de vendas, começam muito antes do apoio ao escoamento dos estoques do revendedor, porque é preciso garantir, em primeiro lugar, que os produtos – o melhor mix deles – estejam disponíveis nos pontos de revenda.
O verdadeiro trade marketing começa com a venda para o revendedor. Não simplesmente a venda de produtos, mas, particularmente, a venda de idéias e planos comerciais concretos que maximizem os resultados do canal.
Gerentes de vendas, gerentes de contas, supervisores e vendedores precisam estar envolvidos, em profundidade, nesse propósito. Não se pode mais admitir que sua única responsabilidade seja a colocação dos produtos nas lojas.
Gerentes de produtos e gerentes de categorias, incluindo as áreas de planejamento e desenvolvimento de produtos, precisam estar comprometidos com esse propósito, para gerar produtos capazes de encantar não somente os consumidores, mas, também, os canais de revenda.
Diretores e gerentes de marketing, promoção e propaganda, tanto quanto as agências que os atendem, precisam estar comprometidos com o processo de gerar apelos e campanhas capazes de construir entusiasmo junto aos canais de vendas e provocar real demanda e tráfego nas lojas e, também e particularmente, para o amadurecimento das mensagens de propaganda nos veículos especializados, dirigidas especificamente para os revendedores.
A partir desse momento, os esforços da área de promoção no ponto-de-venda, merchandising, visual merchandising, marketing promocional, in-store marketing, ou qualquer nome que se dê para o marketing orientado para o consumidor no ponto-de-venda, tornam-se capazes de dar o máximo de si, particularmente se o revendedor estiver, ele próprio, comprometido com esses resultados. Particularmente se os funcionários das lojas estiverem, eles próprios, comprometidos com esses resultados.
Então, em poucas palavras, o trade marketing não pode limitar-se a apoiar o revendedor com investimentos em recursos e materiais, nem começar a atuar depois que os produtos já estejam bem (ou mal) colocados nas lojas.
Ele precisa ser capaz de, em primeiro lugar, dimensionar adequadamente a distribuição dos produtos em escala proporcional ao potencial revendedor estático (curva ABC) e dinâmico dos canais (ritmo de competência e desenvolvimento de cada um). Precisa ser capaz de eleger, com a maior eficácia possível, os melhores “aliados” que pode encontrar ao longo da rede de revenda.
Ele precisa conhecer, profundamente, o negócio desses aliados (gestão e marketing do varejo), identificar os melhores referenciais de desempenho no varejo e ganhar condições para dialogar sempre em alto nível com eles para orientar, apoiar e estimular cada revendedor atendido em direção a esse nível de excelência.
Ele precisa ser capaz de, cada vez mais, ser visto pelos revendedores não simplesmente como um fornecedor eventual (entregando pedido por pedido), nem mesmo como um fornecedor preferencial (entregando mediante programação a longo prazo), mas como um autêntico “aliado” para o desenvolvimento de seus negócios, encantamento de seus clientes e geração de lucros.
Para um universo muito grande de empresas industriais, esse “momento” ainda está longe da vista. Tanto porque não contam com um esforço estruturado de trade marketing, limitando-se ao esforço de realizar “vendas” eventuais de produtos para as lojas, quanto porque encaram e tratam os revendedores como “compradores” que levantam cada vez mais maiores resistências à compra eventual desses produtos.
Como anotei no primeiro artigo desta série, o texto de abertura da homepage da Trade Marketing Association holandesa sugere que o trade marketeer é um equilibrista, capaz de conciliar o dilema: “Como posso criar valor e relevância, tanto para meus produtos quanto para o varejista?” Vale dizer: como compatibilizar os interesses de minha marca com os interesses multimarcas dos revendedores?
Certamente está aí um dos principais desafios do trade marketing, que só pode começar a ser superado mediante o “descarte” de alguns conceitos e comportamentos forjados ao longo da história do relacionamento entre a indústria e o comércio.
Parar de oferecer simplesmente produtos e tratar de vender, sem tréguas, a idéia de uma “aliança comercial permanente”, dentro da qual a qualidade dos produtos oferecidos já estaria, depois de algum tempo, acima de qualquer suspeita e no correr da qual as reuniões entre a indústria e o varejo fossem dedicadas ao desafio de vender mais e melhor (para o consumidor final), é o primeiro passo para a superação desse desafio.
Roberto Lira Miranda
Mais do que em qualquer momento, ao longo dos últimos anos, a expressão trade marketing força sua entrada no jargão das empresas.
Se você perguntar para as empresas e profissionais do que se trata, vai ouvir, na maior parte das vezes, que é o marketing – leia-se, a promoção (dos produtos de consumo de diferentes fabricantes) nos pontos-de-venda; vale dizer, nas lojas.
Essa é, certamente, uma responsabilidade-chave da área de trade marketing, sem a qual o giro de qualquer produto no ponto-de-venda pode ficar, sempre, abaixo das expectativas do revendedor e, é claro, do produtor.
No entanto, os esforços do trade marketing, visto como o processo de conquistar, fidelizar e promover o aumento da eficiência dos canais de vendas, começam muito antes do apoio ao escoamento dos estoques do revendedor, porque é preciso garantir, em primeiro lugar, que os produtos – o melhor mix deles – estejam disponíveis nos pontos de revenda.
O verdadeiro trade marketing começa com a venda para o revendedor. Não simplesmente a venda de produtos, mas, particularmente, a venda de idéias e planos comerciais concretos que maximizem os resultados do canal.
Gerentes de vendas, gerentes de contas, supervisores e vendedores precisam estar envolvidos, em profundidade, nesse propósito. Não se pode mais admitir que sua única responsabilidade seja a colocação dos produtos nas lojas.
Gerentes de produtos e gerentes de categorias, incluindo as áreas de planejamento e desenvolvimento de produtos, precisam estar comprometidos com esse propósito, para gerar produtos capazes de encantar não somente os consumidores, mas, também, os canais de revenda.
Diretores e gerentes de marketing, promoção e propaganda, tanto quanto as agências que os atendem, precisam estar comprometidos com o processo de gerar apelos e campanhas capazes de construir entusiasmo junto aos canais de vendas e provocar real demanda e tráfego nas lojas e, também e particularmente, para o amadurecimento das mensagens de propaganda nos veículos especializados, dirigidas especificamente para os revendedores.
A partir desse momento, os esforços da área de promoção no ponto-de-venda, merchandising, visual merchandising, marketing promocional, in-store marketing, ou qualquer nome que se dê para o marketing orientado para o consumidor no ponto-de-venda, tornam-se capazes de dar o máximo de si, particularmente se o revendedor estiver, ele próprio, comprometido com esses resultados. Particularmente se os funcionários das lojas estiverem, eles próprios, comprometidos com esses resultados.
Então, em poucas palavras, o trade marketing não pode limitar-se a apoiar o revendedor com investimentos em recursos e materiais, nem começar a atuar depois que os produtos já estejam bem (ou mal) colocados nas lojas.
Ele precisa ser capaz de, em primeiro lugar, dimensionar adequadamente a distribuição dos produtos em escala proporcional ao potencial revendedor estático (curva ABC) e dinâmico dos canais (ritmo de competência e desenvolvimento de cada um). Precisa ser capaz de eleger, com a maior eficácia possível, os melhores “aliados” que pode encontrar ao longo da rede de revenda.
Ele precisa conhecer, profundamente, o negócio desses aliados (gestão e marketing do varejo), identificar os melhores referenciais de desempenho no varejo e ganhar condições para dialogar sempre em alto nível com eles para orientar, apoiar e estimular cada revendedor atendido em direção a esse nível de excelência.
Ele precisa ser capaz de, cada vez mais, ser visto pelos revendedores não simplesmente como um fornecedor eventual (entregando pedido por pedido), nem mesmo como um fornecedor preferencial (entregando mediante programação a longo prazo), mas como um autêntico “aliado” para o desenvolvimento de seus negócios, encantamento de seus clientes e geração de lucros.
Para um universo muito grande de empresas industriais, esse “momento” ainda está longe da vista. Tanto porque não contam com um esforço estruturado de trade marketing, limitando-se ao esforço de realizar “vendas” eventuais de produtos para as lojas, quanto porque encaram e tratam os revendedores como “compradores” que levantam cada vez mais maiores resistências à compra eventual desses produtos.
Como anotei no primeiro artigo desta série, o texto de abertura da homepage da Trade Marketing Association holandesa sugere que o trade marketeer é um equilibrista, capaz de conciliar o dilema: “Como posso criar valor e relevância, tanto para meus produtos quanto para o varejista?” Vale dizer: como compatibilizar os interesses de minha marca com os interesses multimarcas dos revendedores?
Certamente está aí um dos principais desafios do trade marketing, que só pode começar a ser superado mediante o “descarte” de alguns conceitos e comportamentos forjados ao longo da história do relacionamento entre a indústria e o comércio.
Parar de oferecer simplesmente produtos e tratar de vender, sem tréguas, a idéia de uma “aliança comercial permanente”, dentro da qual a qualidade dos produtos oferecidos já estaria, depois de algum tempo, acima de qualquer suspeita e no correr da qual as reuniões entre a indústria e o varejo fossem dedicadas ao desafio de vender mais e melhor (para o consumidor final), é o primeiro passo para a superação desse desafio.
ação e reação
Ação e reação em vendas
* Por João Vidal
a) Você acredita em sorte ou azar?
b) Você tem o hábito de adiar decisões e atitudes?
c) Você fica preso a noticiários e dependente das
circunstâncias do mercado?
d) Você é temeroso, preocupado e inseguro por causa da concorrência e empresas maiores?
e) Você pensa que existe cliente ruim?
Agora vamos avaliar as perguntas acima:
a) No mundo moderno, o conceito sorte ou azar está ficando cada dia mais fora de moda, porque, desde o início dos tempos existe uma lei chamada:
“ação e reação, plantar e colher, investir para ter retorno”
Fica cada vez mais claro quando nomeamos um vendedor para um setor e ele não tem sucesso em suas vendas e logo a seguir virá um sucessor que trabalha não apenas como o vendedor, mas como um profissional de vendas. Este sim, terá um grande sucesso onde o outro fracassou.
Isto não é sorte e nem azar, é mais qualificação, profissionalismo, criatividade, humildade para aprender com os seus próprios erros e concorrentes, dedicação, perseverança e fé em Deus e no seu próprio trabalho!
b) Há um dito popular que todos conhecem: “não deixe para o amanhã o que se pode fazer hoje”. Muitas vezes eu tenho visto vendas serem perdidas pelo simples fato de o vendedor (a) estar sempre concordando em tudo com o cliente, é claro que o cliente tem sempre razão, mais isto tem o seu limite e este limite termina quando existe a necessidade da nossa insistência e perseverança pelo menos em demonstrar com habilidade os nossos produtos ou serviços.
Se deixarmos para o amanhã, certamente a concorrência ocupará o nosso espaço e enfraquecerá a nossa auto-estima e confiança.
Sendo assim, nada de deixar para depois a hora é agora, porque o tempo não para e se você não agir com sutileza e rapidez, certamente num futuro próximo estará fora do mercado.
c) Informações são muito importantes, mais ainda quando não são favoráveis ao nosso meio. Precisamos nos valer do poder da nossa criatividade e irmos á luta, porque nem sempre as notícias nos favorecem, então precisamos decretar a nossa liberdade interior e acreditar que somos capazes de virar o jogo, mudar a situação, pois o que está em jogo é a sobrevivência de empresas e famílias que não poderão esperar para depois.
d) Creio que você já ouviu falar de João batista, aquele que batizou o Jesus Cristo?
Muito bem, talvez você está se perguntando, o que isto tem a ver com vendas e eu digo tudo a ver. Calma! Eu vou lhe explicar e não quero misturar religião com trabalho e sim usar um exemplo que é milenar e mundial:
João Batista foi o precursor de Jesus Cristo, preparou o caminho para uma mudança eterna na vida das gerações daquele tempo e futuras e agora eu pergunto, você já nasceu adulto, falando, andando e sabendo vender?
O caminho percorrido pelos gigantes do mercado atual não foram diferentes, há 30-50-100 anos atrás, existiram homens e mulheres de vendas que foram verdadeiros (as) precursores de uma nova era para muitas empresas que hoje lideram o mercado: e ouso te fazer mais uma pergunta.
Você não sentiria orgulho e prazer em olhar para sua empresa e se lançar como alguém que escreverá uma nova história de sucesso?
As empresas hoje estão em busca de verdadeiros(as) precursores (as).
e) Cada cliente é uma empresa, cada cliente é uma pessoa diferente dirigindo a mesma empresa. Aprenda a psicologia de conhecer melhor os diversos comportamentos do ser humano e compreenderá que antes de vendermos para empresas estaremos lidando com pessoas e assim compreenderá que não existem clientes difíceis e sim pessoas de princípios e temperamento diferentes.
João Afonso Vidal – Consultor, autor de livros, dvds e cds de motivação e técnicas de vendas, com 35 anos de experiência prática em vendas, gerenciamento, liderança, cursos, palestras de motivação, treinamentos e formação de equipes de vendas internas e externas
* Por João Vidal
a) Você acredita em sorte ou azar?
b) Você tem o hábito de adiar decisões e atitudes?
c) Você fica preso a noticiários e dependente das
circunstâncias do mercado?
d) Você é temeroso, preocupado e inseguro por causa da concorrência e empresas maiores?
e) Você pensa que existe cliente ruim?
Agora vamos avaliar as perguntas acima:
a) No mundo moderno, o conceito sorte ou azar está ficando cada dia mais fora de moda, porque, desde o início dos tempos existe uma lei chamada:
“ação e reação, plantar e colher, investir para ter retorno”
Fica cada vez mais claro quando nomeamos um vendedor para um setor e ele não tem sucesso em suas vendas e logo a seguir virá um sucessor que trabalha não apenas como o vendedor, mas como um profissional de vendas. Este sim, terá um grande sucesso onde o outro fracassou.
Isto não é sorte e nem azar, é mais qualificação, profissionalismo, criatividade, humildade para aprender com os seus próprios erros e concorrentes, dedicação, perseverança e fé em Deus e no seu próprio trabalho!
b) Há um dito popular que todos conhecem: “não deixe para o amanhã o que se pode fazer hoje”. Muitas vezes eu tenho visto vendas serem perdidas pelo simples fato de o vendedor (a) estar sempre concordando em tudo com o cliente, é claro que o cliente tem sempre razão, mais isto tem o seu limite e este limite termina quando existe a necessidade da nossa insistência e perseverança pelo menos em demonstrar com habilidade os nossos produtos ou serviços.
Se deixarmos para o amanhã, certamente a concorrência ocupará o nosso espaço e enfraquecerá a nossa auto-estima e confiança.
Sendo assim, nada de deixar para depois a hora é agora, porque o tempo não para e se você não agir com sutileza e rapidez, certamente num futuro próximo estará fora do mercado.
c) Informações são muito importantes, mais ainda quando não são favoráveis ao nosso meio. Precisamos nos valer do poder da nossa criatividade e irmos á luta, porque nem sempre as notícias nos favorecem, então precisamos decretar a nossa liberdade interior e acreditar que somos capazes de virar o jogo, mudar a situação, pois o que está em jogo é a sobrevivência de empresas e famílias que não poderão esperar para depois.
d) Creio que você já ouviu falar de João batista, aquele que batizou o Jesus Cristo?
Muito bem, talvez você está se perguntando, o que isto tem a ver com vendas e eu digo tudo a ver. Calma! Eu vou lhe explicar e não quero misturar religião com trabalho e sim usar um exemplo que é milenar e mundial:
João Batista foi o precursor de Jesus Cristo, preparou o caminho para uma mudança eterna na vida das gerações daquele tempo e futuras e agora eu pergunto, você já nasceu adulto, falando, andando e sabendo vender?
O caminho percorrido pelos gigantes do mercado atual não foram diferentes, há 30-50-100 anos atrás, existiram homens e mulheres de vendas que foram verdadeiros (as) precursores de uma nova era para muitas empresas que hoje lideram o mercado: e ouso te fazer mais uma pergunta.
Você não sentiria orgulho e prazer em olhar para sua empresa e se lançar como alguém que escreverá uma nova história de sucesso?
As empresas hoje estão em busca de verdadeiros(as) precursores (as).
e) Cada cliente é uma empresa, cada cliente é uma pessoa diferente dirigindo a mesma empresa. Aprenda a psicologia de conhecer melhor os diversos comportamentos do ser humano e compreenderá que antes de vendermos para empresas estaremos lidando com pessoas e assim compreenderá que não existem clientes difíceis e sim pessoas de princípios e temperamento diferentes.
João Afonso Vidal – Consultor, autor de livros, dvds e cds de motivação e técnicas de vendas, com 35 anos de experiência prática em vendas, gerenciamento, liderança, cursos, palestras de motivação, treinamentos e formação de equipes de vendas internas e externas
saber ouvir
Aprenda a ouvir e não distorça os fatos
Certa vez uma mulher foi visitar sua irmã em outra cidade.
E já havia muitos anos que uma não tinha notícias da outra.
E ao chegar na casa da irmã visitada, a visitante começou a perguntar pelos parentes.
E o meu cunhado, onde está?
A irmã respondeu: na delegacia.
Minha sobrinha está bem? Para onde ela foi?
Foi para o hospital, responde a irmã.
...e meu sobrinho por onde anda, tornou indagar a irmã visitante.
Circulando na zona central, responde a outra.
Em meio ás perguntas, o celular da irmã visitante toca.
Era seu esposo querendo saber como foi a viagem e a visitante precipitada, negativa e maldosa, responde:
A viagem foi boa, mas minha irmã está sofrendo muito.
E o marido questiona: por quê?
Então a desmiolada responde:
Meu cunhado está preso, minha sobrinha internada e meu sobrinho está roubando no centro da cidade.
E o cunhado atrevido pediu para falar com a cunhada e quis maiores explicações do por que de tantas tragédias simultâneas.
E a irmã visitada gentilmente explica:
É que minha irmã só vê, ouve e imagina o lado negativo das coisas. Na verdade, minha família é muito feliz.
O meu marido é delegado, a minha filha é médica e meu filho é taxista.
OS BONS OLHOS E PENSAMENTOS POSITIVOS ILUMINAM A VIDA.
Certa vez uma mulher foi visitar sua irmã em outra cidade.
E já havia muitos anos que uma não tinha notícias da outra.
E ao chegar na casa da irmã visitada, a visitante começou a perguntar pelos parentes.
E o meu cunhado, onde está?
A irmã respondeu: na delegacia.
Minha sobrinha está bem? Para onde ela foi?
Foi para o hospital, responde a irmã.
...e meu sobrinho por onde anda, tornou indagar a irmã visitante.
Circulando na zona central, responde a outra.
Em meio ás perguntas, o celular da irmã visitante toca.
Era seu esposo querendo saber como foi a viagem e a visitante precipitada, negativa e maldosa, responde:
A viagem foi boa, mas minha irmã está sofrendo muito.
E o marido questiona: por quê?
Então a desmiolada responde:
Meu cunhado está preso, minha sobrinha internada e meu sobrinho está roubando no centro da cidade.
E o cunhado atrevido pediu para falar com a cunhada e quis maiores explicações do por que de tantas tragédias simultâneas.
E a irmã visitada gentilmente explica:
É que minha irmã só vê, ouve e imagina o lado negativo das coisas. Na verdade, minha família é muito feliz.
O meu marido é delegado, a minha filha é médica e meu filho é taxista.
OS BONS OLHOS E PENSAMENTOS POSITIVOS ILUMINAM A VIDA.
sol
Quando o sol se põe, logo á seguir vem a escuridão da noite e ás vezes esquecemos que ao anoitecer para nós o sol e seu explendor nasce radiante para outros
Este movimento acontece todos os dias e completa o seu círculo em 24 horas, alimentando o planeta com os seus raios, seu brilho, seu calor e força para o crescimento mutuo de toda espécie.
Tanto é verdade que a medicina recomenda-nos um pouco de sol todos os dias pela manhã.
Se desejarmos, poderemos armazenar e usar a energia solar para diversas finalidades domésticas, industriais, medicinais e outras.
Então eu faço a seguinte pergunta:
Por que conhecemos e desfrutamos tanto do sol e ao mesmo tempo conhecemos tão pouco de nós mesmos?
Quero sugerir o seguinte:
Vamos armazenar e preservar os bons e felizes momentos de nossas vidas para suprir, nos alimentar e iluminar a escuridão dos momentos difíceis pelos quais passamos.
Então quando vier a escuridão da dor tenha fé em Deus e use a luz da reserva do seu sol interior para viver feliz!
Reflita sobre isto!
Este movimento acontece todos os dias e completa o seu círculo em 24 horas, alimentando o planeta com os seus raios, seu brilho, seu calor e força para o crescimento mutuo de toda espécie.
Tanto é verdade que a medicina recomenda-nos um pouco de sol todos os dias pela manhã.
Se desejarmos, poderemos armazenar e usar a energia solar para diversas finalidades domésticas, industriais, medicinais e outras.
Então eu faço a seguinte pergunta:
Por que conhecemos e desfrutamos tanto do sol e ao mesmo tempo conhecemos tão pouco de nós mesmos?
Quero sugerir o seguinte:
Vamos armazenar e preservar os bons e felizes momentos de nossas vidas para suprir, nos alimentar e iluminar a escuridão dos momentos difíceis pelos quais passamos.
Então quando vier a escuridão da dor tenha fé em Deus e use a luz da reserva do seu sol interior para viver feliz!
Reflita sobre isto!
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
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